sábado, 8 de fevereiro de 2014

O Plágio

O acesso facilitado à informação e ao conhecimento através das mídias cada vez mais variadas é uma vantagem que temos a sorte de possuir, no entanto, como toda mudança, traz seus lados positivo e negativo... Os benefícios são óbvios, a variedade de fontes e dados certamente enriquece qualquer atividade ou pesquisa. Por outro lado, esta mesma variedade, quando não adequadamente selecionada, pode causar danos e prejuízos ao ser utilizada como fonte de consulta.
A facilidade de publicar e o desejo de comunicar permitem a divulgação por qualquer pessoa, sem a devida consulta anterior a fontes fidedignas ou mesmo a preocupação com a correção das informações.
Há também o lado de quem está lendo e utilizando aquelas informações ou conhecimento. Tornou-se muito mais fácil 'criar' um texto sobre qualquer tipo de assunto. Basta uma rápida busca em sites especializados e muitas e muitas páginas de informação sobre o tema estarão ao seu dispor. É perfeitamente viável e desejado que as fontes sejam variadas. Afinal, é muito desejável obter mais de um ponto de vista. 
O problema estará instalado quando o texto deixar de ser seu e passar a ser uma colcha de retalhos - ou mesmo um grande lençol - de um ou mais textos copiados e colados. O uso referenciado de uma fonte é muito interessante, mas nem todos têm esta preocupação e a falta de costume de escrever, a comodidade ou mesmo a pressa podem levar à cópia de todo ou de pequena parte de uma obra, esquecendo de fazer a referência adequadamente.
A PUC-Rio publicou um informe este ano de 2014 através da vice-reitoria acadêmica, muito esclarecedor. Leiam e deixem aqui seus comentários.
"Plágio de direito do autor no universo acadêmico"


5 comentários:

  1. Olá Cris! Achei muito bom tanto este texto quanto o outro que foi publicado pela PUC-Rio a respeito do plágio... Bem vamos lá, primeiramente vejo que com o avanço na globalização e o aumento da qualidade tecnológica, ficou realmente bem mais fácil de se obterem informações a respeito de qualquer assunto, bastando em muitas das vezes fazer uma simples consulta na internet... Então, é aí que começam os problemas, assim tal como se comenta neste texto, muitos dos autores que levam meses ou até mesmo anos para terem as suas obras concluídas e divulgadas, não são se quer citados como os criadores daquelas obras que serviram como referências para novos trabalhos. A minha preocupação hoje em dia é justamente com relação a alguns pontos críticos que envolvem suscintamente a produção de um texto mantendo-se a originalidade do autor desse texto, sem que o texto não seja uma réplica, ou até mesmo fragmentos de outros textos publicados. Essa preocupação discorre em cima de algo que tal como a própria lei que assegura ao primeiro autor a ter os seus direitos garantidos e isso é muito bom no meu ponto de vista, porém tem muitas pessoas maliciosas que se aproveitam de trabalhos anteriores, e assim acabam ganhando os créditos por algo que não tiveram o trabalho de fazê-lo.
    O plágio é uma forma agressiva e desrespeitosa de tentar levar a terceiros a visão de que o falso autor desenvolve trabalhos em que o público leitor não detecte que o texto é simplesmente um ato de copiar e colar, e não como deveria ser com pesquisas mais elaboradas e fazendo jus aos verdadeiros autores mencionando as suas referências, para que cada vez mais as suas obras sejam valorizadas.
    Vamos dar um não ao plágio!!!!!!!!
    Abraços,
    Luiz Fernando.

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  2. Defino o plágio como um crime moral antigo, mas que foi potencializado pelo avanço das tecnologias digitais. Corramos dessa prática tão nociva à criatividade!

    Paz!

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  3. Muito bom o texto sobre o plágio elaborado pela reitoria da PUC, como disse o Luiz o ato de plagiar agride e desrespeita o autor, para combater este crime, penso que a melhor maneira é a divulgação e conhecimento sobre o tema, digo isso, pois, é comum encontrar textos inteiros copiados e colados sem o menor pudor em trabalhos nos cursos de graduação. A partir deles, podemos chamar a atenção do aluno para o teor e a ilegalidade da utilização dos textos copiados alertando a configuração do crime de plágio. Um aluno interessado em aprender transforma esta informação em conhecimento e cautela na utilização de textos de outrem, afinal, o conhecimento transforma.

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  4. Olá!
    Complementando os comentários dos colegas, ainda penso que não só na graduação, mas já podemos ir treinando nossos alunos da educação básica para o perigo de cópias ao realizar os trabalhos escolares. Isso é muito comum, principalmente da Internet, muitos chegam com trabalhos intactos, e o pior, sem nenhuma referência.
    Abraços.

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  5. Concordo com você Cristiane. Nossos alunos precisam ser treinados para não cometer essa prática que cresce a cada dia. Precisamos estimular essa juventude na produção de textos!!!

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