(Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/cerebro-de-idosos-mais-lento-porque-eles-sabem-mais-11358165#ixzz2sJNt5zJL)
Supostamente o conteúdo acumulado ao longo do tempo levaria o processamento de informações a ficar mais lento, como um computador com disco rígido mais cheio.
Este assunto é muito pesquisado e ainda pouco conhecido, mas há um pesquisador que fala sobre este tema, com muita propriedade há muitos anos!
É o prof. Ivan Izquierdo, Coordenador do Centro de Memória da PUC-RS, autor de 11 livros e mais de 600 de artigos científicos, com mais de 12.000 citações em artigos científicos (o mais citado da América Latina).
Para saber um pouquinho mais sobre a sua pesquisa leia:
http://www.cerebronosso.bio.br/ivn-izquierdo-2009/
Para saber um pouquinho mais sobre a importância do esquecimento leia:
http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/neurociencia/apologia-ao-esquecimento/?searchterm=Apologia%20ao%20esquecimento.
Querendo, veja o livro
A arte de esquecer - cérebro, memória e esquecimento
Iván Izquierdo
tem muito mais informação!
Ótima leitura pra vocês!
Puxa, estou fascinada com os textos de Ivan Izquierdo.
ResponderExcluirAté então, ficava triste quando tentava me lembrar de algo e não conseguia.
Agora entendo que esquecer é uma arte e me ajuda a pensar, sem enlouquecer. Adorei isso.
Vou comprar o livro.
Verdade durante muitos anos se pensava que os idosos perdiam a capacidade cognitiva, porém concordo com as recentes pesquisas que associam o cérebro de um idoso a um computador com uma quantidade muito grande de informações, ficando bem mais lento do que o normal. Acredito que o idoso por acumular mais experiência de vida, sofra com a lentidão no processamento das informações.
ResponderExcluirInteressante essa reportagem publicada pelo Jornal O Globo.
Concordo com a pesquisa do Prof. Ivan Izquierdo! Me deu vontade de ler o livro dele...
ResponderExcluirObrigado Cristina por esse enriquecimento cultural.
Sempre me fascina ler algo sobre memória e o a entrevista com o Prof. Izquierdo foi de grande valia para nos fazer lembrar que esquecer também é necessário. Pretendo ler o livro dele tb Luiz Fernando.
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